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Conheça a nova solução da Sonatest para inspeção em aço inoxidável utilizando o ultrassom phased array

O novo pacote veo+ e as sondas DAAH DLA (Arranjo Linear Duplo) oferecem desempenhos excepcionais para inspeção em aço inoxidável

Novidade: Sondas DAAH-DLA

As novas sondas de phased array DAAH da Sonatest são oferecidas em conjunto com sapatas de Arranjo Linear Duplo (DLA) para potencializar a vantagem de baixo ruído na configuração Pitch & Catch e a capacidade de focalização e varredura do feixe sônico (até 32 elementos). Baseado na tecnologia única da Sonatest das sondas DAAH, essas sondas podem ser substituídas rapidamente e oferecem uma gama de frequencia de 2,25 MHz, 5 MHz e 7,5 MHz.

Inspeção de Alta Sensibilidade – VEO+

Como o veo+ da Sonatest possui a melhor relação sinal / ruído do mercado, nem sempre é necessário comprometer a sensibilidade e a capacidade de dimensionamento de defeitos em função da relação sinal / ruído para a inspeção de soldas em aço inoxidável. Em conjunto com a boa capacidade de dimensionamento da sonda DAAH-DLA de 5 MHz e a alta sensibilidade do veo +, a Sonatest está orgulhosa de disponibilizar uma solução robusta e confiável aos clientes que enfrentam os desafios de inspecionar soldas em aço inoxidável.

Onde propor esta solução? APLICAÇÕES

Aplicações típicas para essas configurações são encontradas em aço inoxidável ou em soldas de materiais dissimilares para se evitar corrosão. Aplica-se então a vasos de pressão, cascos de trocadores de calor, tubulações e acessórios que podem ser encontrados na exploração, condução e refino na indústria de petróleo e gás, assim como na indústria de geração de energia.

Configuração Típica 1 – Inspeção Manual

O novo pacote veo+ e as sondas DAAH DLA oferecem excelentes desempenhos accsticos em material de aco inoxidavel 3

Recomendada onde o encoder (e/ou registro) não é necessário e o inspetor pode fazer a varredura manualmente da região de inspeção.

  • 1x – VEO+32:64PR
  • 2x – sondas D1B-002
    D1B-5M32E-0.8×12
    (2,25 MHz e 7,5 MHz também disponíveis)
  • 1x – D1-CABO-003
    D1-CABO-D-IX2
    (D-IX2 = cabo duplo de 2m)

Configuração Típica 2 – Inspeção com encoder de 2 eixos

O novo pacote veo+ e as sondas DAAH DLA oferecem excelentes desempenhos accsticos em material de aco inoxidavel 2

Recomenda onde o encoder (e/ou registro) é necessário para a execução do trabalho. A inspeção com encoder de 2 eixos economiza tempo valioso para o inspetor e o usuário final.

  • 1x – VEO+32:128PR
  • 4x – sondas D1B-002
    D1B-5M32E-0.8×12
    (2,25 MHz e 7,5 MHz também disponíveis)
  • 2x – D1-CABO-003
    D1-CABO-D-IX2
    (D-IX2 = cabo duplo de 2m)
  • 1x – ADAP-006
    PA-Splitter-IX128 to IX64:64
  • 1x – JX-1001 STIX scanner
    (Modelo para 2 sondas)
    ou modelo MAGMAN

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Medição de Espessura em Correias Transportadoras pelo Método de Ultrassom

Aplicação do método de ultrassom para monitoramento da espessura de correias transportadoras utilizadas em ambiente de mineração. O vídeo apresenta a medição de espessura em correias transportadoras utilizando-se um detector de falhas ultrassônico Sonatest, modelo Sitescan D-70 e um cabeçote normal de 1 MHz com delay line.

 

 

Transdutores com delay line são úteis em medições de materiais de pequena espessura, onde é importante separar os ecos do pulso inicial de excitação dos ecos da espessura de parede. Um bloco de atraso pode ser usado também como um isolador térmico, protegendo o elemento transdutor sensível ao calor do contato direto com peças quentes, e as linhas de atraso também podem ser moldadas ou contornadas para melhorar o acoplamento de som em espaços curvos ou confinados.

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Correntes parasitas pulsadas (PEC): tudo sobre técnica

Correntes Parasitas Pulsadas (PEC – Pulsed Eddy Current) é uma técnica muito utilizada na indústria para inspeção quantitativa comparativa de medição de espessura, em materiais ferromagnéticos sob isolamento não condutivo como vasos e tubulações isoladas.

O ensaio por Correntes Parasitas Pulsadas pode ser realizado sem a necessidade de contato direto da sonda com o material a ser inspecionado, ou seja, pode haver ar, água, revestimentos, produtos de corrosão entre a área de inspecionada e a sonda.

Em que se baseia a técnica de Correntes Parasitas Pulsadas?

A técnica de Correntes Parasitas Pulsadas baseia-se no princípio da magnetização do material a ser inspecionado (chapa ou tubo) por uma sonda. Uma corrente elétrica é introduzida através de uma bobina indutora a qual magnetiza o aço próximo à sonda (Probe). A corrente é então desligada e, como resultado, há um decaimento do campo magnético presente no material.

Esta repentina alteração no campo magnético gera correntes parasitas, que se propagam no material e decaem em potencial na medida em que se propagam. O campo induzido por estas correntes parasitas é detectado por uma bobina presente na sonda PEC, e o sinal detectado é relacionado à espessura.

Em outras palavras, no caso de perda de material por corrosão, por exemplo, o tempo de decaimento será menor, pois haverá menos material para absorver o campo gerado pela sonda. Desta forma, é possível determinar com relativa precisão a perda de massa em tubulações e chapas em aço carbono, sem necessidade de remover o isolamento.

Principio básico de medição por Correntes Parasitas Pulsadas

A técnica de Correntes Parasitas Pulsadas obtém a medida da espessura da parede por uma média da área sob a sonda (área circular onde as correntes parasitas circulam). Isso torna o ensaio ideal para determinação de perda média de espessura de parede.

Diferença entre as técnicas: Correntes Parasitas e Correntes Parasitas Pulsadas

Considerada uma técnica não destrutiva avançada, as correntes parasitas pulsadas (Pulsed Eddy Current – PEC) utilizam um pulso como sinal de entrada, ao passo que as correntes parasitas convencionais usam um sinal senoidal. As vantagens da técnica de PEC sobre a técnica de correntes parasitas convencional de frequência única são: maior profundidade de penetração; maior riqueza de informação sobre os defeitos e maior robustez contra interferência. O ensaio por correntes parasitas pulsadas também exige uma instrumentação menos custos a, se comparado com o ensaio por multifrequência, o que também seria outra vantagem.

Aplicações da Técnica de Correntes Parasitas Pulsadas

Possíveis aplicações para a Técnica de Correntes Parasitas Pulsadas (PEC) são:

  • Corrosão Sob Isolamento Térmico (CUI – Corrosion Under Insulation)
  • Corrosão por Fluxo Acelerado (FAC – Flow Accelerated Corrosion)
  • Corrosão Sob Proteção Antichamas (CUF – Corrosion Under Fireproofing).
Por que o Ensaio Não Destrutivo de Medição de Corrosão por Correntes Parasitas Pulsadas é importante?

Equipamentos e componentes metalúrgicos sofrem a ação de processos corrosivos, que impõem a redução da espessura da parede, limitando as condições de operação e reduzindo, portanto, a sua vida útil. Dentre os ensaios não destrutivos a técnica de correntes parasitas pulsadas tem sido utilizada para inspeção de componentes metálicos revestidos. O ensaio por corrente parasita pulsada (PEC), difere da técnica convencional, por ser uma técnica multifrequência.

A inspeção periódica ou contínua de equipamentos para o monitoramento ou a detecção da corrosão, deve garantir o funcionamento das instalações industriais assegurando a integridade de todos, com o mínimo de custo aplicado. Para tal, técnicas de inspeção não destrutiva devem ser aplicadas a fim minimizar estes custos.

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